O Nightwish sofre uma notável mudança junto com o lançamento do Once, o que se pode observar é que o álbum trouxe uma sonoridade melhorada, com orquestrações de bom gosto, e com músicas mais agradáveis e (desta vez) até mesmo audíveis. Este certamente é o maior responsável pelo “sucesso” que a banda alcançou diante do grande publico. Em comparação aos antigos trabalhos da banda liderada pelo tecladista Tuomas Holopainen, Once é com certeza o melhor álbum, mas não era pra menos, com uma orquestra sinfônica que se faz presente em todo o álbum, os solos de Emmpu Vuorinen que se mostraram mais elaborados e melhor posicionados nas faixas, a bateria de Jukka Nevalainen que conseguiu não só se destacar, como também se tornar agradável até mesmo em faixas mais “apelativas” (comerciais, acessíveis ou como queriam chamar), e o que não pode ser esquecido de forma alguma é a presença de um vocal que fez, faz e sempre fará parte da alma da banda: Marco Hientala, que além de ser excelente baixista ainda dá mostras de seu potencial com sua voz nas faixas mais agressivas, como visto em The Siren e na sua participação que rouba a cena em Wish I Had A Angel. Once é com certeza um marco para a carreira da banda, que logo mais tomaria decisões drásticas e mais que compreensíveis, que traria ainda mais melhorias para o som feito pela banda. (...) Humm, Será que esqueci de alguma coisa? Ah sim! A vocal da época era Tarja Turunen. Mas é como dizem por ai, não é?! Nada é perfeito!


