Amor
Quando duas pessoas fazem amor
Não estão apenas fazendo amor
Estão dando corda ao relógio do mundo
Quiseste expor teu coração a nu.
E assim, ouvi-lhe todo o amor alheio.
Ah, pobre amigo, nunca saibas tu
Como é ridículo o amor... alheio!
Quero, um dia, dizer às pessoas que nada foi em vão...
Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades e às pessoas, que a vida é bela sim e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena.
Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...
Duvida da luz dos astros,
De que o sol tenha calor,
Duvida até da verdade,
Mas confia em meu amor.
E que a minha loucura seja perdoada.
Porque metade de mim é amor e a outra metade... também.
postado por [ Jessica Rosa da Silva ]
E, sim! Este é o mundo, brutal e miserável!
Onde cada um, de nós, há muito, deixou de
saber, se vivo, regressará a casa, depois,
de mais um dia, de imenso
trabalho, ou de sua escola, tomando caminho,
de seu lar.
Em cada esquina, cheia de verdete e de doenças,
alguém planeia a tua morte,
como coisa, que se deita fora…
e o tiro é cego, deitando por terra, quem não
mais pode reagir, ante o animal receoso,
que só avança, quando, sem vida, do outro lado,
cessaram, todas as manifestações, de existência,
que, qual besta,
pudessem vir a fazer frente, ao assassino.
Completamente alucinados, pelas drogas,
estes monstros, tornaram-se insensíveis, a tudo
e a todos. Matar é agora parte inerente,
de seu dia a dia, e, suas pulsações, no acto, de
um assassinato, não mostram, qualquer tipo,
de alteração… virando costas,
à vitima, brutalizada e sem honra, até a sua
personalidade, lhe é suprimida,
pela indiferença total, com que, o criminoso,
abandona a cena do crime,
sem que, por um momento sequer, lhe
dirija, um último olhar, mostrando, dessa forma,
algum resquício, de humanidade.
Deixai-me, que lhes diga uma coisa: nascemos;
morremos… faz parte de nossa condição.
Agora o que ninguém tem direito, é de interferir,
perante o que só, à natureza cabe.
Jorge Humberto